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Livros do Autor



A TUMBA E OUTRAS HISTÓRIAS

H.P. Lovecraft
Tradução de Jorge Ritter

Coleção L&PM E-books
Formato ePub
216 páginas
ISBN 978.85.254.0907-2

R$ 12,90



A TUMBA E OUTRAS HISTÓRIAS

H.P. Lovecraft
Tradução de Jorge Ritter

Coleção L&PM Pocket
Ref. 578
216 páginas
ISBN 978.85.254.1583-7
Também em e-book

R$ 19,90



CAIXA ESPECIAL HORROR

Daniel Defoe
Robert Louis Stevenson
H.P. Lovecraft
Mary Shelley
Bram Stoker

Coleção L&PM Pocket
1264 páginas
ISBN 978.85.254.2227-9

R$ 102,50



NAS MONTANHAS DA LOUCURA E OUTRAS HISTÓRIAS DE TERROR

H.P. Lovecraft
Tradução de Márcio de Paula Stockler Hack

Coleção L&PM Pocket
Ref. 1161
272 páginas
ISBN 978-85-254-3124-0
Também em e-book

R$ 21,90



NAS MONTANHAS DA LOUCURA E OUTRAS HISTÓRIAS DE TERROR

H.P. Lovecraft
Tradução de Márcio de Paula Stockler Hack

Coleção L&PM E-books
Formato ePub
272 páginas
ISBN 978.85.254.3504-0

R$ 16,90

Veja Mais

H.P. Lovecraft

Howard Phillips Lovecraft (Providence, Rhode Island, 1890 – 1937) foi um escritor norte-americano celebrizado pelos seus livros de fantasia e terror, marcadamente gótico, enquadrados por uma estrutura semelhante à da ficção científica. Durante a sua vida teve um número relativamente pequeno de leitores, mas a sua obra veio a tornar-se uma forte influência e referência para escritores de horror. Era assumidamente conservador e anglófilo, sendo por isso habituais no seu estilo os arcaísmos e a utilização de vocabulário e ortografia marcadamente britânicos.

Lovecraft foi o único filho de Winfield Scott Lovecraft, negociante de jóias e metais preciosos, e Sarah Susan Phillips, de uma família notória cujas origens remontavam aos primeiros colonizadores americanos, casados numa idade relativamente avançada para a época. Quando contava três anos, seu pai sofreu uma aguda crise nervosa que deixou seqüelas profundas, obrigando-o a passar o resto da vida em clínicas de repouso.

Assim, ele foi criado pela mãe Sarah, por duas tias, e por seu avô, Whipple van Buren Phillips. Lovecraft era um jovem prodígio que recitava poesia aos dois anos e já escrevia seus próprios poemas aos seis. Seu avô encorajou o hábito da leitura, tendo arranjado para ele versões infantis da Ilíada e da Odisséia, de Homero, e introduzindo-o à literatura de terror, ao apresentar-lhe clássicas histórias de terror gótico.

Lovecraft era uma criança constantemente doente. Seu biógrafo, L. Sprague de Camp, afirmou que o jovem Howard sofria de poiquilotermia, uma raríssima doença que fazia com que sua pele fosse sempre gelada ao toque. Devido aos seus problemas de saúde, ele freqüentou a escola apenas esporadicamente, mas lia bastante.

Seu avô morreu em 1904, o que levou a família a um estado de pobreza. Foram obrigados a se mudar para acomodações muito menores e insalubres, o que prejudicou ainda mais a já débil saúde de Lovecraft. Em 1908, ele sofreu um colapso nervoso, acontecimento que impediu-o de receber seu diploma de graduação no ensino médio e, conseqüentemente, complicou sua entrada em uma universidade. Esse fracasso pessoal marcaria Lovecraft pelo resto de seus dias.

Na juventude, Lovecraft se dedicou a escrever poesia, mergulhando na ficção de terror apenas a partir de 1917. Em 1923, ele publicou seu primeiro trabalho profissional, Dagon, na revista Weird Tales. Sua mãe nunca chegou a ver nenhum trabalho do filho publicado; morreu em 1921, após complicações em uma cirurgia.

Lovecraft trabalhou como jornalista por um curto período de tempo, durante o qual conheceu Sonia Greene, com quem viria a casar. Ela era judia natural da Ucrânia, oito anos mais velha que ele, o que fez com que sua tias protestassem contra o casamento. O casal mudou-se para o Brooklyn, em Nova York, cidade da qual Lovecraft nunca gostou. O casamento durou poucos anos e, após o divórcio amigável, Lovecraft regressou a Providence, onde moraria até morrer.

O período imediatamente após seu divórcio foi o mais prolífico de Lovecraft, no qual ele se correspondia com vários escritores estreantes de horror, ficção e aventura. Entre eles, seu mais ávido correspondente era Robert E. Howard, criador de Conan, o Bárbaro. Algumas das suas mais extensas obras, Nas montanhas da loucura e O caso de Charles Dexter Ward, foram escritas nessa época.

Seus últimos anos de vida foram bastante difíceis. Em 1932, sua amada tia Lillian Clark, com quem ele vivia, faleceu. Lovecraft mudou-se para uma pequena casa alugada com sua tia e companhia remanescente, Annie Gamwell, situada bem atrás da biblioteca John Hay. Para sobreviver, considerando-se que seus próprios textos aumentavam em complexidade e número de palavras (dificultando a venda), Lovecraft apoiava-se como podia em revisões e  trabalhos de ghostwriting, inclusive de poemas e não-ficção. Em 1936, a notícia do suicídio de seu amigo Robert E. Howard deixou-o profundamente entristecido e abalado. Nesse ano, a doença que o mataria (câncer no intestino) já avançara o bastante para que pouco se pudesse fazer contra ela. Lovecraft suportou dores sempre crescentes pelos meses seguintes, até que em 10 de março de 1937 viu-se obrigado a se internar no Hospital Memorial Jane Brown. Ali morreria cinco dias depois. Contava então 46 anos de idade.

Howard Phillips Lovecraft foi enterrado no dia 18 de março de 1937, no cemitério Swan Point, em Providence, no jazigo da família Phillips. Seu túmulo é o mais visitado do local, mas passaram-se décadas sem que seu túmulo fosse demarcado de forma exclusiva. No centenário de seu nascimento, fãs norte-americanos se cotizaram para inaugurar uma lápide definitiva, que exibe a frase "Eu sou Providence", extraída de uma de suas cartas.

Muitos dos trabalhos de Lovecraft foram diretamente inspirados por seus constantes pesadelos, o que contribuiu para a criação de uma obra marcada pelo subconsciente e pelo simbolismo. As suas maiores influências foram Edgar Allan Poe, por quem Lovecraft nutria profunda afeição, e Lord Dunsany, cujas narrativas de fantasia inpiraram as suas histórias em Terras de sonho. Suas constantes referências, em seus textos, a horrores antigos e a monstros e divindades ancestrais acabaram por gerar algo análogo a uma mitologia, hoje vulgarmente chamada Cthulhu Mythos, contendo vários panteões de seres extradimensionais tão poderosos que eram ou podiam ser considerados deuses, e que reinaram sobre a Terra milhões de anos atrás. Entre outras coisas, alguns dos seres teriam sido os responsáveis pela criação da raça humana e teriam uma intervenção directa em toda a história do universo.

A expressão Cthulhu Mythos foi criada, após a morte de Lovecraft, pelo escritor August Derleth, um dos muitos a basearem suas histórias nos mitos do autor norte-americano. Lovecraft criou também um dos mais famosos e explorados artefatos das histórias de terror, o Necronomicon, um fictício livro de invocação de demônios escrito pelo, também fictício, Abdul Alhazred, sendo até hoje popular o mito da existência real deste livro, fomentado especialmente pela publicação de vários falsos Necronomicons e por um texto, da autoria do próprio Lovecraft, explicando a sua origem e percurso histórico.

Fonte: Wikipedia

Opinião do Leitor

"publiquem uma colecao completa de lovecraft ou pelo menos a maioria das melhores historias.o formato l&pm e ideal para isso!"

heuds ribeiro
olinda recife

"Endosso a entusiasmada opinião de André Sollito: Lovecraft é um mestre, e nenhum, absolutamente nenhum, dos grandes autores de horror atuais deixou de ler e não foi influenciado por esse homem. Recomendo o documentário Lovecraft: Fear of the Unknow. Faltam, pelo menos, as publicações de "Call of Cthulu" e "At the Mountain of Madness" em português."

Leonardo Monteiro
Rio de Janeiro/ RJ

"Gostaria, em primeiro lugar, de parabenizá-los pelo excelente trabalho que fazem. Sou fão da coleção de bolso e já possuo 32 livros da L&PM. Gostaria, também, de pedir para que publiquem mais livros de H.P. Lovecraft. Tenho os dois que já foram publicados por vocês e tentei procurar outros títulos, mas estes só existem em inglês e a preços completamente inviáveis. De qualquer forma, qualquer publicação do mestre do terror seria uma excelente aquisição inclusive para vocês (pelo menos é o que acredito). Agradeço de qualquer maneira.
"

André Sollitto

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