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LIBERDADE DE IMPRENSA

Karl Marx
Tradução de Cláudia Schilling e José Fonseca

Coleção L&PM Pocket
Ref. 176
208 páginas
ISBN 978.85.254.0956-0

R$ 19,90



MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA

Karl Marx
Friedrich Engels
Tradução de Sueli Tomazini Barros Cassal

Coleção L&PM Pocket
Ref. 227
144 páginas
ISBN 978.85.254.1124-2
Também em e-book

R$ 16,90



MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA

Karl Marx
Friedrich Engels

Tradução de Drik Sada

Adaptação e ilustrações: Equipe East Press

Coleção L&PM Pocket
Ref. 1135
208 páginas
ISBN 978-85-254-3068-7

R$ 21,90



MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA

Karl Marx
Friedrich Engels
Tradução de Sueli Tomazini Barros Cassal

Coleção L&PM E-books
Formato ePub
144 páginas
ISBN 978.85.254.0966-9

R$ 11,90



A LIBERDADE DE IMPRENSA

Karl Marx

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Esgotado

Karl Marx

Karl Marx (Trier, 5 de maio de 1818 - Londres, 14 de março de 1883) nasceu em uma família de classe média em Trier, às margens do rio Mosela, na Alemanha. Descendia de uma longa linhagem de rabinos, tanto da parte materna quanto paterna, e seu pai, embora fosse intelectualmente um racionalista de formação tipicamente iluminista, que conhecia Voltaire e Lessing de cor, só concordara em ser batizado como protestante para não se ver privado de seu trabalho como um dos mais conceituados advogados de Trier.

Aos 17 anos, Marx matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Bonn e mostrou-se sensível ao romantismo que ali predominava. No ano seguinte, o pai de Marx mandou-o para a Universidade de Berlim, maior e mais séria, onde ele passou os quatro anos seguintes e abandonou o romantismo em favor do hegelianismo que predominava na capital naquela época. Quando o acesso à carreira universitária lhe foi vedado pelo governo prussiano, Marx transferiu-se para o jornalismo e, em outubro de 1842, foi dirigir em Colônia o influente Rheinische Zeitung (Gazeta Renana), jornal liberal apoiado por industriais renanos. Os incisivos artigos de Marx, particularmente sobre questões econômicas, levaram o governo a fechar o jornal, e o seu diretor resolveu emigrar para a França.

Durante os primeiros meses de sua permanência em Paris, Marx tomou-se logo comunista convicto e começou a registrar suas idéias e novas concepções em uma série de escritos que mais tarde ficariam conhecidos como Oekonomisch-philosophischen Manuskripte (Manuscritos econômicos e filosóficos), mas que permaneceram inéditos até cerca de 1930. Nestes manuscritos, Marx esboçava uma concepção humanista do comunismo, influenciada pela filosofia de Feuerbach e baseada num contraste entre a natureza alienada do trabalho no capitalismo e uma sociedade comunista na qual os seres humanos desenvolveriam livremente sua natureza em produção cooperativa.

Foi também em Paris que Marx iniciou a colaboração com Friedrich Engels, que duraria toda sua vida. Em fins de 1844, Marx foi expulso da capital francesa e transferiu-se (com Engels) para Bruxelas, onde passou os três anos seguintes, tendo nesse período visitado a Inglaterra, que era então o país industrialmente mais adiantado do mundo. Em princípios de 1848, Marx transferiu-se novamente para Paris, onde a revolução eclodira primeiro, e em seguida para a Alemanha, onde fundou, de novo em Colônia, o periódico Neue Rheinische Zeitung (Nova Gazeta Renana). O jornal, que teve grande influência, sustentava uma linha democrática radical contra a autocracia prussiana, e Marx dedicou suas principais energias à sua direção, já que a Liga Comunista havia sido praticamente dissolvida. Com a onda revolucionária, porém, o jornal de Marx foi proibido e ele buscou asilo em Londres, em maio de 1849, para começar a "longa e insone noite de exílio" que deveria durar o resto de sua vida.

Cientista social, historiador e revolucionário, Marx foi certamente o pensador socialista que maior influência exerceu sobre o pensamento filosófico e social e sobre a própria história da humanidade. Embora em grande parte ignorado pelos estudiosos acadêmicos de sua época, o conjunto de idéias sociais, econômicas e políticas que desenvolveu conquistou, de forma cada vez mais rápida, a aceitação do movimento socialista após sua morte, em 1883.

Fonte: Portal da Filosofia

Opinião do Leitor

"Indubitavelmente, um homem de caráter singular e um erudito cuja produção teórico conceitual mantinha a coerência com suas ações e sua conduta. Um revolucionário autentico e um pensador genial!
"

Milton
Porto Alegre/RS

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