Coleção L&PM Pocket


Leitura para o vestibular UEM e UPF 2015/2

Publicado em 1865, Iracema faz parte de um capítulo fundamental da nossa literatura e da nossa cultura. A história da "virgem dos lábios de mel", do "cabelo mais negro que a asa da graúna" abriu caminho na vida literária do Brasil de meados do século XIX e garantiu seu lugar na posteridade ao propor uma prosa com cor e assuntos locais, na qual o índio é, a um só tempo, o herói romântico e a mais alta expressão da pureza nacional.

Iracema é uma virgem tabajara – tribo que, durante a colonização, luta contra os portugueses a favor dos franceses – e se apaixona por Martim, um conquistador luso, numa história de amor que sintetiza muito das contradições do então nascente povo do Brasil. Sobre esta obra-prima, o grande Machado de Assis previu: "Há de viver este livro, tem em si as forças que resistem ao tempo e dão plena fiança do futuro. (...) o futuro chamar-lhe-á obra-prima".

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Informações Gerais

  • Título:

    IRACEMA

  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Literatura clássica brasileira
    Romance
  • Referência:
    74
  • Cód.Barras:
    9788525406835
  • ISBN:
    978.85.254.0683-5
  • Páginas:
    128
  • Edição:
    setembro de 1997

Vida & Obra

José de Alencar

José Martiniano de Alencar nasce no Ceará, em 1829, no final do Primeiro Reinado, de lá saindo para a Corte aos dez anos. No Rio de Janeiro, conclui seus estudos secundários, transferindo-se para São Paulo, onde cursa a Faculdade de Direito.

De volta ao Rio, entra em contato com a intelec­tua­lidade literária – nomes como Machado, Manuel Antônio de Almeida – e estréia como escritor no Correio Mercantil aos 25 anos. Imaginoso, empenhado na co...

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Opinião do Leitor

Morgana Lidiane Lorandi
Caxias do Sul/ RS

Este livro é muito bom, mais é uma linguagm muito dificil.

13/05/2009

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Publicado em 1865, Iracema faz parte de um capítulo fundamental da nossa literatura e da nossa cultura. A história da "virgem dos lábios de mel", do "cabelo mais negro que a asa da graúna" abriu caminho na vida literária do Brasil de meados do século XIX e garantiu seu lugar na posteridade ao propor uma prosa com cor e assuntos locais, na qual o índio é, a um só tempo, o herói romântico e a mais alta expressão da pureza nacional.

Iracema é uma virgem tabajara – tribo que, durante a colonização, luta contra os portugueses a favor dos franceses – e se apaixona por Martim, um conquistador luso, numa história de amor que sintetiza muito das contradições do então nascente povo do Brasil. Sobre esta obra-prima, o grande Machado de Assis previu: "Há de viver este livro, tem em si as forças que resistem ao tempo e dão plena fiança do futuro. (...) o futuro chamar-lhe-á obra-prima".

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