Coleção L&PM Pocket


UM FRACASSO DE MAIGRET (INÉDITO)

UN ÉCHEC DE MAIGRET

Georges Simenon

Tradução de Alessandro Zir

Fora de catálogo

Um velho conhecido de Maigret, um industrial chamado Ferdinand Fumal, pede proteção após receber cartas anônimas. Apesar de Maigret ter ele sob vigia, Fumal é encontrado morto no dia seguinte. No decorrer de suas investigações, Maigret descobre que o industrial era detestado por seus funcionários e desprezado por sua família. Parece haver um enorme número de suspeitos...

"Joseph mal bateu na porta e abriu-a sem nenhum rangido. Ele entrou tão silenciosamente no gabinete de Maigret que poderiam tê-lo tomado por uma assombração. Seus cabelos brancos e ralos flutuavam ao redor da cabeça calva como se fossem uma auréola.

O comissário, debruçado sobre os papéis, com o cachimbo apertado entre os dentes, sequer levantou a cabeça, e Joseph permaneceu imóvel.

Fazia já oito dias que Maigret estava de mau humor, e seus colaboradores só ousavam entrar no gabinete nas pontas dos pés. Seu caso não era o único em Paris e na França, pos há muito que não se via um mês de março tão úmido, frio e lúgubre."

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Informações Gerais

  • Título:

    UM FRACASSO DE MAIGRET (INÉDITO)

  • Título Original:
    UN ÉCHEC DE MAIGRET
  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Romance policial
  • Série:
    Simenon
  • Referência:
    1007
  • Cód.Barras:
    9788525425331
  • ISBN:
    978.85.254.2533-1
  • Páginas:
    176
  • Edição:
    fevereiro de 2012

Vida & Obra

Georges Simenon

Nas primeira horas da sexta-feira dia 13 de fevereiro de 1903, nasce em Liège, na Bélgica, Georges Joseph Christian Simenon, filho do contador Desiré Simenon e Henriette. Supersticiosos, os pais registram o primogênito como nascido às 23 horas e 30 minutos do dia 12. Em 1906, nasce Christian, único irmão de Georges, que desempenhará um papel crucial nas relações da família: torna-se o preferido de Henriette, que relegará Georges a um segundo plano.

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O comissário, debruçado sobre os papéis, com o cachimbo apertado entre os dentes, sequer levantou a cabeça, e Joseph permaneceu imóvel.

Fazia já oito dias que Maigret estava de mau humor, e seus colaboradores só ousavam entrar no gabinete nas pontas dos pés. Seu caso não era o único em Paris e na França, pos há muito que não se via um mês de março tão úmido, frio e lúgubre."

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