Coleção L&PM Pocket


MAIGRET HESITA (INÉDITO)

Georges Simenon

Tradução de Paulo Neves

Fora de catálogo

Uma carta anônima avisa Maigret que um crime será cometido. Quando ele investiga a família do advogado Parendon, nada parece estar fora de ordem, exceto pelo fato de o casal não se dar muito bem. Três dias depois, Maigret se repreende por não ter sido capaz de prevenir um assassinato. Maigret hesita torna-se memorável por evocar Paris durante a primavera e descrever um amor infeliz.

– Oi, Janvier.

– Bom dia, chefe.

– Bom dia, Lucas. Bom dia, Lapointe...

Ao saudar este último, Maigret não pôde deixar de sorrir. Não só porque o jovem Lapointe exibia um terno novo, bem-cortado, de um cinza-claro mesclado­ com pontos vermelhos. É que todo mundo sorria naquela manhã, nas ruas, no ônibus, no comércio.

O domingo, na véspera, fora cinzento e ventoso, com rajadas de chuva fria que lembravam o inverno, e de repente, embora fosse apenas 4 de março, era como se a primavera despertasse.

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Informações Gerais

  • Título:

    MAIGRET HESITA (INÉDITO)

  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Romance policial
  • Série:
    Simenon
  • Referência:
    1036
  • Cód.Barras:
    9788525426499
  • ISBN:
    978-85-254-2649-9
  • Páginas:
    176
  • Edição:
    maio de 2012

Vida & Obra

Georges Simenon

Nas primeira horas da sexta-feira dia 13 de fevereiro de 1903, nasce em Liège, na Bélgica, Georges Joseph Christian Simenon, filho do contador Desiré Simenon e Henriette. Supersticiosos, os pais registram o primogênito como nascido às 23 horas e 30 minutos do dia 12. Em 1906, nasce Christian, único irmão de Georges, que desempenhará um papel crucial nas relações da família: torna-se o preferido de Henriette, que relegará Georges a um segundo plano.

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Uma carta anônima avisa Maigret que um crime será cometido. Quando ele investiga a família do advogado Parendon, nada parece estar fora de ordem, exceto pelo fato de o casal não se dar muito bem. Três dias depois, Maigret se repreende por não ter sido capaz de prevenir um assassinato. Maigret hesita torna-se memorável por evocar Paris durante a primavera e descrever um amor infeliz.

– Oi, Janvier.

– Bom dia, chefe.

– Bom dia, Lucas. Bom dia, Lapointe...

Ao saudar este último, Maigret não pôde deixar de sorrir. Não só porque o jovem Lapointe exibia um terno novo, bem-cortado, de um cinza-claro mesclado­ com pontos vermelhos. É que todo mundo sorria naquela manhã, nas ruas, no ônibus, no comércio.

O domingo, na véspera, fora cinzento e ventoso, com rajadas de chuva fria que lembravam o inverno, e de repente, embora fosse apenas 4 de março, era como se a primavera despertasse.

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