Coleção L&PM Pocket


MAIGRET E O FINADO SR. GALLET (INÉDITO)

MONSIEUR GALLET, DÉCÉDÉ

Georges Simenon

Tradução de Paulo Neves

Fora de catálogo

O corpo de Emille Gallet é descoberto em um hotel em Sancerre. O comissário Maigret fica intrigado, pois parece que Gallet levava uma vida dupla. Verificou-se que ele não era o representante de vendas que todos pensavam ser, mas um trapaceiro que havia descoberto formas de chantagear algumas pessoas abastadas e, em particular, um lorde rico chamado Tiburce de Saint-Hilaire. Contudo, Gallet se tornou vítima de sua própria chantagem e tramou um esquema de seguro para beneficiar sua própria esposa. Somente Maigret, exímio conhecedor do comportamento humano, poderá encontrar as respostas para as tantas perguntas que pairam no ar.  

Este foi um dos primeiros romance de Georges Simenon com o comissário Maigret e tem cenas que se passam não apenas em Sancerre, mas também em Paris e em Ile-de-France. O livro é claramente baseado na experiência de Simenon ao conhecer legalistas franceses logo ao chegar a Paris, vindo da Bélgica. Várias guinadas e reviravoltas no enredo são remanescentes dos romances populares que ele havia escrito até então.

"O primeiro contato entre o comissário Maigret e o morto, com quem ele iria viver durante semanas na mais desalentadora das intimidades, deu-se em 27 de junho de 1930, em circunstâncias ao mesmo tempo banais, penosas e inesquecíveis. Inesquecíveis porque havia uma semana que a Polícia Judiciária recebia notificações, uma atrás da outra, anunciando a passagem por Paris do rei da Espanha no dia 27 e lembrando as medidas a tomar em semelhante caso. Só que o diretor da P. J. estava em Praga, onde assistia a um congresso de polícia científica. E o subdiretor fora chamado à sua casa de praia na costa normanda por causa da doença de um de seus garotos."

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Informações Gerais

  • Título:

    MAIGRET E O FINADO SR. GALLET (INÉDITO)

  • Título Original:
    MONSIEUR GALLET, DÉCÉDÉ
  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Romance policial
    Literatura moderna internacional Romance Noir Policial
  • Série:
    Simenon
  • Referência:
    918
  • Cód.Barras:
    9788525421005
  • ISBN:
    978.85.254.2100-5
  • Páginas:
    176
  • Edição:
    janeiro de 2011

Vida & Obra

Georges Simenon

Nas primeira horas da sexta-feira dia 13 de fevereiro de 1903, nasce em Liège, na Bélgica, Georges Joseph Christian Simenon, filho do contador Desiré Simenon e Henriette. Supersticiosos, os pais registram o primogênito como nascido às 23 horas e 30 minutos do dia 12. Em 1906, nasce Christian, único irmão de Georges, que desempenhará um papel crucial nas relações da família: torna-se o preferido de Henriette, que relegará Georges a um segundo plano.

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O corpo de Emille Gallet é descoberto em um hotel em Sancerre. O comissário Maigret fica intrigado, pois parece que Gallet levava uma vida dupla. Verificou-se que ele não era o representante de vendas que todos pensavam ser, mas um trapaceiro que havia descoberto formas de chantagear algumas pessoas abastadas e, em particular, um lorde rico chamado Tiburce de Saint-Hilaire. Contudo, Gallet se tornou vítima de sua própria chantagem e tramou um esquema de seguro para beneficiar sua própria esposa. Somente Maigret, exímio conhecedor do comportamento humano, poderá encontrar as respostas para as tantas perguntas que pairam no ar.  

Este foi um dos primeiros romance de Georges Simenon com o comissário Maigret e tem cenas que se passam não apenas em Sancerre, mas também em Paris e em Ile-de-France. O livro é claramente baseado na experiência de Simenon ao conhecer legalistas franceses logo ao chegar a Paris, vindo da Bélgica. Várias guinadas e reviravoltas no enredo são remanescentes dos romances populares que ele havia escrito até então.

"O primeiro contato entre o comissário Maigret e o morto, com quem ele iria viver durante semanas na mais desalentadora das intimidades, deu-se em 27 de junho de 1930, em circunstâncias ao mesmo tempo banais, penosas e inesquecíveis. Inesquecíveis porque havia uma semana que a Polícia Judiciária recebia notificações, uma atrás da outra, anunciando a passagem por Paris do rei da Espanha no dia 27 e lembrando as medidas a tomar em semelhante caso. Só que o diretor da P. J. estava em Praga, onde assistia a um congresso de polícia científica. E o subdiretor fora chamado à sua casa de praia na costa normanda por causa da doença de um de seus garotos."

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