Coleção L&PM Pocket


MAIGRET E OS CRIMES DO CAIS (INÉDITO)

L'ÉCLUSE Nº1

Georges Simenon

Tradução de Rejane Janowitzer

Fora de catálogo

INÉDITO

Dois homens são retirados vivos da água perto do cais: o velho Gassin e Emile Ducrau, um proprietário de barcos conhecido por todos que, segundo o outro, teria o agarrado dentro da água. A acusação desperta a curiosidade de Maigret a respeito de Ducrau e de seu passado.

Trecho do livro:
Um casal de namorados, sobre o cais, encostado no muro de pedra, escutava, imóvel, retendo a respiração. Um automóvel buzinou em Charenton.
E subitamente um berro, um gemido inaudito se elevou, rasgando a imensidão serena.
Era o velho que, dentro da água, berrava de pavor. Ele não fazia mais nenhum esforço racional. Debatia-se como um alucinado, dando pontapés que faziam a água borbulhar.
Outros barulhos surgiam nas proximidades. Pessoas se movimentavam em uma barcaça. Mais além, uma voz de mulher adormecida dizia:
– Você vai lá ver o que houve?

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Informações Gerais

  • Título:

    MAIGRET E OS CRIMES DO CAIS (INÉDITO)

  • Título Original:
    L'ÉCLUSE Nº1
  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Romance policial
  • Série:
    Simenon
  • Referência:
    817
  • Cód.Barras:
    9788525419347
  • ISBN:
    978.85.254.1934-7
  • Páginas:
    160
  • Edição:
    setembro de 2009

Vida & Obra

Georges Simenon

Nas primeira horas da sexta-feira dia 13 de fevereiro de 1903, nasce em Liège, na Bélgica, Georges Joseph Christian Simenon, filho do contador Desiré Simenon e Henriette. Supersticiosos, os pais registram o primogênito como nascido às 23 horas e 30 minutos do dia 12. Em 1906, nasce Christian, único irmão de Georges, que desempenhará um papel crucial nas relações da família: torna-se o preferido de Henriette, que relegará Georges a um segundo plano.

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Dois homens são retirados vivos da água perto do cais: o velho Gassin e Emile Ducrau, um proprietário de barcos conhecido por todos que, segundo o outro, teria o agarrado dentro da água. A acusação desperta a curiosidade de Maigret a respeito de Ducrau e de seu passado.

Trecho do livro:
Um casal de namorados, sobre o cais, encostado no muro de pedra, escutava, imóvel, retendo a respiração. Um automóvel buzinou em Charenton.
E subitamente um berro, um gemido inaudito se elevou, rasgando a imensidão serena.
Era o velho que, dentro da água, berrava de pavor. Ele não fazia mais nenhum esforço racional. Debatia-se como um alucinado, dando pontapés que faziam a água borbulhar.
Outros barulhos surgiam nas proximidades. Pessoas se movimentavam em uma barcaça. Mais além, uma voz de mulher adormecida dizia:
– Você vai lá ver o que houve?

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