Coleção L&PM Pocket


"Nunca acreditei que a liberdade do homem consistisse em fazer o que quisesse, mas sim nunca fazer o que não quisesse..."

Jean-Jacques Rousseau - "Os devaneios do caminhante solitário"

OS DEVANEIOS DO CAMINHANTE SOLITÁRIO

LES RÊVERIES DU PROMENEUR SOLITAIRE

Jean-Jacques Rousseau

Tradução de Julia da Rosa Simões

R$22,90

Nos dois últimos anos de vida, entre 1776 e 1778, Rousseau realizou longas caminhadas por Paris e arredores, observando os passantes, a flora – uma de suas grandes paixões –, as edificações e refletindo, amargurado, sobre a sociedade. Sentindo-se isolado pelas críticas à sua obra e às suas posições humanistas, registrou essas impressões em Os devaneios do caminhante solitário, um dos seus livros mais tocantes. Aqui a paixão inflamada dos seus primeiros escritos dá lugar ao lirismo e à serenidade, inspirando centenas de pensadores com suas considerações sobre a natureza do homem, sua individualidade e conduta.

Este grande testamento inacabado, publicado postumamente em 1782, combina o argumento filosófico com anedotas saborosas da própria vida e descrições poéticas de um homem que se sente afastado de todos. Juntamente com os autobiográficos Confissões (1782-1789) e Rousseau, juiz de Jean-Jacques (1789), Os devaneios é um fascinante retrato do filósofo, que encontra aqui espaço para analisar o passado e se defender dos críticos que o condenaram à solidão.

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Informações Gerais

  • Título:

    OS DEVANEIOS DO CAMINHANTE SOLITÁRIO

  • Título Original:
    LES RÊVERIES DU PROMENEUR SOLITAIRE
  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Filosofia
  • Referência:
    743
  • Cód.Barras:
    9788525418463
  • ISBN:
    978.85.254.1846-3
  • Páginas:
    144
  • Edição:
    novembro de 2008

Vida & Obra

Jean-Jacques Rousseau

Jean-Jacques Rousseau nasceu em 28 de junho de 1712 em Genebra (Suíça), em uma família de origem francesa. Sua mãe morreu logo após o nascimento, de complicações no parto. Aos dez anos, foi abandonado pelo pai, ficando aos cuidados de tios que o criaram na tradição protestante. Ainda jovem, tomou gosto por histórias romanescas e pela leitura de Plutarco. Aos dezesseis anos deixou sua cidade natal e viajou por diversos países. Tornou-se secretário e protegido de madame Louise de Warens, mulher ri...

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Opinião do Leitor

Luis Domingos - Porto Alegre/RS

Mesmo exaltando os melhores comentários, eu não conseguiria definir este livro. Rousseau nesta obra mostra-se tão seguro de si e tão verdadeiro que em momentos ele ensina como um humano deveria seguir a sua vida: sem receios, orgulhoso mas não esnobe e necessariamente natural, deixando a vida material (do extremo consumo) para trás e pensando no seu modo puro e eterno de viver com a natureza e a vida.
Obrigado a todos da editora por este ótimo livro traduzido e obrigatório para qualquer pessoa.

20/07/2009 09:50:29

Agatha

Carlos Fleck / Três de Maio - RS

Este livro traz reflexões muito importantes de um verdadeiro revolucionário. Russeau é uma das influências mais importantes da Revolução Francesa. Parabéns a L&PM que está publicando o principal deste grande homem que é uma espécie de grande teórico dos movimentos populares.

15/01/2009 15:25:59

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Nos dois últimos anos de vida, entre 1776 e 1778, Rousseau realizou longas caminhadas por Paris e arredores, observando os passantes, a flora – uma de suas grandes paixões –, as edificações e refletindo, amargurado, sobre a sociedade. Sentindo-se isolado pelas críticas à sua obra e às suas posições humanistas, registrou essas impressões em Os devaneios do caminhante solitário, um dos seus livros mais tocantes. Aqui a paixão inflamada dos seus primeiros escritos dá lugar ao lirismo e à serenidade, inspirando centenas de pensadores com suas considerações sobre a natureza do homem, sua individualidade e conduta.

Este grande testamento inacabado, publicado postumamente em 1782, combina o argumento filosófico com anedotas saborosas da própria vida e descrições poéticas de um homem que se sente afastado de todos. Juntamente com os autobiográficos Confissões (1782-1789) e Rousseau, juiz de Jean-Jacques (1789), Os devaneios é um fascinante retrato do filósofo, que encontra aqui espaço para analisar o passado e se defender dos críticos que o condenaram à solidão.

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