Coleção L&PM E-books


A PAIXÃO DO SOCIALISMO

Jack London

Tradução de Alberto Alexandre Martins

"Então, voltei à classe operária, na qual havia nascido e à qual pertencia. Não me preocupava mais em subir. O imponente edifício da sociedade não guarda delícias para mim acima da minha cabeça. São os alicerces do edifício que me interessam. Lá, eu estou contente de trabalhar, de ferramenta na mão, ombro a ombro com intelectuais, idealistas e operários com consciência de classe, reunindo uma força sólida agora para mais uma vez pôr o edifício inteiro a balançar. Algum dia, quando tivermos poucas mãos e alavancas a mais para trabalhar, vamos derrubá-lo, com toda sua vida em putrefação e sua morte insepulta, seu egoísmo monstruoso e seu materialismo estúpido. Então vamos limpar os porões e construir uma nova moradia para a espécie humana, onde não haverá andar de luxo, na qual todos os quartos serão claros e arejados, e onde o ar para respirar será limpo, nobre e vivo."
(Trecho de "A paixão do socialismo")

Textos:

"O herege"
"De vagões e vagabundos – Memórias do submundo"
"Na gaiola – Uma experiência na prisão"
"A prisão"
"Como me tornei socialista"
"A paixão do socialismo"
"Os mascotes de midas"

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Informações Gerais

  • Título:

    A PAIXÃO DO SOCIALISMO

  • Catálogo:
    Coleção L&PM E-books
  • Gênero:
    Literatura moderna internacional
  • eISBN:
    978.85.254.2348-1

Vida & Obra

Jack London

Tanto pelos seus livros como pela vida cheia de aventuras que teve (foi sucessivamente jornaleiro, pescador, marinheiro, não concluiu os estudos universitários e foi procurar ouro nas minas de Klondike) Jack London (1876-1916) exerceu verdadeira fascinação no público.

A sua estréia parece datar de 1902 com A filha de Neves, a que se seguiram: O povo do absimo, O chamado da floresta, Caninos brancos, Radiosa aurora...

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Opinião do Leitor

Karol
SP

Eu li e gostei muito desse livro. É bem claro e com uma linguagem acessível à leitura. Indico a todos ;)

11/03/2013 10:59:41

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em subir. O imponente edifício da sociedade não guarda delícias para mim acima da minha cabeça. São os alicerces do edifício que me interessam. Lá, eu estou contente de trabalhar, de ferramenta na mão, ombro a ombro com intelectuais, idealistas e operários com consciência de classe, reunindo uma força sólida agora para mais uma vez pôr o edifício inteiro a balançar. Algum dia, quando tivermos poucas mãos e alavancas a mais para trabalhar, vamos derrubá-lo, com toda sua vida em putrefação e sua morte insepulta, seu egoísmo monstruoso e seu materialismo estúpido. Então vamos limpar os porões e construir uma nova moradia para a espécie humana, onde não haverá andar de luxo, na qual todos os quartos serão claros e arejados, e onde o ar para respirar será limpo, nobre e vivo."
(Trecho de "A paixão do socialismo")

Textos:

"O herege"
"De vagões e vagabundos – Memórias do submundo"
"Na gaiola – Uma experiência na prisão"
"A prisão"
"Como me tornei socialista"
"A paixão do socialismo"
"Os mascotes de midas"

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