Coleção L&PM Pocket


A CONQUISTA DO MÉXICO

Hernan Cortez

Tradução de Jurandir Soares dos Santos

R$25,90

Entre os conquistadores espanhóis, nenhum nome é mais consagrado, temido e odiado do que o de Hernan Cortez, o capitão que subjugou e aniquilou a maior e mais poderosa civilização do Novo Mundo: o império asteca. Acompanhado por apenas quatrocentos homens, dezesseis cavalos, 32 escopetas e quatro canhões (mas contando com a ajuda de milhares de indígenas), Cortez derrotou um exército de cerca de quinhentos mil homens e arrasou a cidade que talvez fosse a maior do mundo de sua época: a fabulosa Tenochtitlan, com seus modernos canais navegáveis, jardins botânicos, zoológicos, aquedutos e mercados.

O ouro roubado dos astecas revolucionaria toda a economia européia, proporcionando a acumulação inicial de capital para a explosão capitalista que se seguiria. Historiadores calculam que, entre guerras e epidemias, morreram, em menos de trinta anos, vinte milhões de indígenas. A conquista do México consiste em cinco cartas que Cortez enviou ao imperador Carlos V, da Alemanha e da Espanha, narrando – com todos os detalhes e apavorante realismo – tudo o que se passou desde sua partida de Havana, em 10 de fevereiro de 1519, até a conquista definitiva da nação asteca, dois anos mais tarde. Trata-se de uma obra definitiva para a compreensão de um dos momentos-chave na História: o violento choque entre duas culturas, a aniquilação de uma delas e o surgimento do rosto mestiço que o México e o continente então assumiriam.

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Informações Gerais

  • Título:

    A CONQUISTA DO MÉXICO

  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    História
    Correspondência
  • Referência:
    450
  • Cód.Barras:
    9788525414090
  • ISBN:
    978.85.254.1409-0
  • Páginas:
    232
  • Edição:
    fevereiro de 2007

Vida & Obra

Hernan Cortez

Hernan Cortez (1485-1547) nasceu em Medellín, na província da Estremadura, no Reino de Castela, na Espanha. Era filho único de Martín Cortez e Catalina Pizarro Altamirano e aparentado, por parte da mãe, com Francisco Pizarro, que mais tarde conquistaria o Império Inca (hoje, o Peru). Estudou latim, gramática e leis em Salamanca.

Em 1504 viajou ao novo mundo para tentar a sorte. Em 1511 participou da conquista de Cuba juntamente com Diego de Vel...

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Opinião do Leitor

Artur
São Paulo

É um livro muito bom, principalmente porque mostra a visão menos eurocentrista, construida por tanto tempo, e naturalmente você se depara com o maior genocídio contra uma etnia na história da da humanidade. è triste por um lado....

28/11/2011

Agatha

Patrício
São Bernardo do Campo

Sua busca pelo ouro, justifica suas atrocidades, impondo sua cultura ao outro.
Muito bom o livro !

10/10/2011

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Entre os conquistadores espanhóis, nenhum nome é mais consagrado, temido e odiado do que o de Hernan Cortez, o capitão que subjugou e aniquilou a maior e mais poderosa civilização do Novo Mundo: o império asteca. Acompanhado por apenas quatrocentos homens, dezesseis cavalos, 32 escopetas e quatro canhões (mas contando com a ajuda de milhares de indígenas), Cortez derrotou um exército de cerca de quinhentos mil homens e arrasou a cidade que talvez fosse a maior do mundo de sua época: a fabulosa Tenochtitlan, com seus modernos canais navegáveis, jardins botânicos, zoológicos, aquedutos e mercados.

O ouro roubado dos astecas revolucionaria toda a economia européia, proporcionando a acumulação inicial de capital para a explosão capitalista que se seguiria. Historiadores calculam que, entre guerras e epidemias, morreram, em menos de trinta anos, vinte milhões de indígenas. A conquista do México consiste em cinco cartas que Cortez enviou ao imperador Carlos V, da Alemanha e da Espanha, narrando – com todos os detalhes e apavorante realismo – tudo o que se passou desde sua partida de Havana, em 10 de fevereiro de 1519, até a conquista definitiva da nação asteca, dois anos mais tarde. Trata-se de uma obra definitiva para a compreensão de um dos momentos-chave na História: o violento choque entre duas culturas, a aniquilação de uma delas e o surgimento do rosto mestiço que o México e o continente então assumiriam.

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