Coleção L&PM Pocket


VIÚVA IMORTAL, A

R$22,90

Tive oportunidade de assistir a uma das melhores comédias já escritas no teatro brasileiro desde que ele existe.

Millôr, usando da lente de aumento da farsa, faz a crítica do comportamento militar, do comportamento sexual, do comportamento religioso.

Uma comédia engraçada; talvez a mais engraçada já escrita por um autor brasileiro e clássica neste sentido. Uma palavra que se lhe acrescentasse seria demais; uma que se lhe tirasse, faria falta. O que mais pode-se pedir de um escritor que, dono de um incomparável poder de síntese, restringindo-se aos fatos, através do riso anárquico, oferece à platéia uma escada para atingir a coerência da autocrítica sem receio de uma ética coibitiva?

Fausto Wolff

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Informações Gerais

  • Título:

    VIÚVA IMORTAL, A

  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Teatro
  • Referência:
    779
  • Cód.Barras:
    9788525419019
  • ISBN:
    978.85.254.1901-9
  • Páginas:
    112
  • Edição:
    junho de 2009

Vida & Obra

Millôr Fernandes

Millôr Fernandes nasceu no Meyer, subúrbio do Rio de Janeiro. Em mais de meio século de atuação permanente na imprensa, no teatro, na literatura e nas artes plásticas tornou-se uma das maiores personalidades de seu tempo. Combativo (“hay gobierno, soy contra”) como poucos, praticou o ideal de independência intelectual, tendo sido perseguido pelas ditaduras que assolaram o país neste século. Escreveu, traduziu e adaptou mais de uma centena de peças de teatro (Shakespeare, Pirandell...

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Millôr, usando da lente de aumento da farsa, faz a crítica do comportamento militar, do comportamento sexual, do comportamento religioso.

Uma comédia engraçada; talvez a mais engraçada já escrita por um autor brasileiro e clássica neste sentido. Uma palavra que se lhe acrescentasse seria demais; uma que se lhe tirasse, faria falta. O que mais pode-se pedir de um escritor que, dono de um incomparável poder de síntese, restringindo-se aos fatos, através do riso anárquico, oferece à platéia uma escada para atingir a coerência da autocrítica sem receio de uma ética coibitiva?

Fausto Wolff

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