Versões bilíngues de poemas de autores tão conhecidos como Alexander Pushkin, Shakespeare, Goethe, os vencedores do Prêmio Nobel Knut Hamsun e Radindranath Tagore, François Villon, Giuseppe Ungaretti, Omar Khayyam, Pier Paulo Pasolini e Konstantinos Kaváfis, assim como de outros menos famosos, como Samir Al-Qasim (representante da língua árabe), Galaktion Tabidze (do georgiano) e F. V. Lorenz (do esperanto). Isso e muito mais é o que o estudioso Carlos Freire reuniu em Babel de poemas: uma antologia multilíngüe.
Considerado pelo Centro Biográfico Internacional de Cambridge como um dos dois mil eruditos mais notáveis do século 21, Carlos Freire já viveu nos Estados Unidos, na Espanha, na Itália, na China e na ex-Iugoslávia, sendo que já estudou cerca de 100 línguas. Em Babel de poemas está refletida (de um modo dirigido a todo o público, e não apenas para especialistas) a sua paixão: a pesquisa sobre as especificidades e particularidades das mais variadas línguas do homem. O livro é dividido por ramo lingüístico (línguas eslavas, línguas germânicas, latinas, célticas, bálticas, etc), e, entre outras, estão representadas pela poesia – a mais alta expressão de uma realidade lingüística e de uma tradição cultural – a cultura turca, a basca, a guarani, a sânscrita, finlandesa e a provençal. Ao todo, são 61 poemas e 60 línguas representadas.
Na contramão da tendência globalizante, Carlos Freire, organizador da antologia e tradutor de todos os poemas, convida os amantes da poesia e demais curiosos para um passeio pelo maravilhoso e vasto mundo das culturas e identidades humanas.
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