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PORQUE ERA ELA, PORQUE ERA EU - Clara Corleone

PORQUE ERA ELA, PORQUE ERA EU

“Pensei que você fosse jogar o telefone pela janela, se livrando, nos livrando de todo o mal, de toda a burocracia, de todos os protocolos, de todos os artigos, de todos os advogados. Finalmente éramos só você e eu. Você me olhou – eu já nua na cama, ofegante, líquida, precisando de você – e disse: 

‘Eu quero colocar a minha boca aqui.’

E mergulhou em mim. Tive a sensação de que iria me afogar, de que iria morrer, de que iria ser feliz para sempre naquele preciso e precioso momento, você mergulhado em mim, persianas fechadas, mãos entrelaçadas, necessidade e desejo, a gente protegido de tudo, você obedecendo ao desejo da sua boca e do meu corpo. 

Eu tive – sim, eu tive, eu juro – a sensação de que seria feliz para sempre.”

 

Em seu romance de estreia, Clara Corleone aborda as relações amorosas-sexuais do século XXI, com homens e mulheres ora buscando novas formas de estar junto, ora reencenando antigos papéis. Num estilo arejado, com diálogos certeiros e instigantes, a autora celebra a amizade entre mulheres e o poder de se reinventar. Um romance pulsante, que nos provoca a devorá-lo inteiro.

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Informações Gerais

  • Título:

    PORQUE ERA ELA, PORQUE ERA EU

  • Catálogo:
    Outros Formatos
  • Gênero:
    Romance
  • Cód.Barras:
    9786556662060
  • ISBN:
    978.65.566.6206-0
  • Páginas:
    168
  • Edição:
    outubro de 2021

Vida & Obra

Clara Corleone

Clara Corleone nasceu em Porto Alegre. É atriz (formada pela UFRGS), escritora e professora de escrita criativa. Publicou o livro de crônicas O homem infelizmente tem que acabar (Zouk, 2019), que recebeu o prêmio Minuano de Literatura, do Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul. Mora em sua cidade natal, no bairro boêmio do Bom Fim, com duas cachorras, uma gata e um monte de livros. Porque era ela, porque era eu é o seu ...

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‘Eu quero colocar a minha boca aqui.’

E mergulhou em mim. Tive a sensação de que iria me afogar, de que iria morrer, de que iria ser feliz para sempre naquele preciso e precioso momento, você mergulhado em mim, persianas fechadas, mãos entrelaçadas, necessidade e desejo, a gente protegido de tudo, você obedecendo ao desejo da sua boca e do meu corpo. 

Eu tive – sim, eu tive, eu juro – a sensação de que seria feliz para sempre.”

 

Em seu romance de estreia, Clara Corleone aborda as relações amorosas-sexuais do século XXI, com homens e mulheres ora buscando novas formas de estar junto, ora reencenando antigos papéis. Num estilo arejado, com diálogos certeiros e instigantes, a autora celebra a amizade entre mulheres e o poder de se reinventar. Um romance pulsante, que nos provoca a devorá-lo inteiro.

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