Coleção L&PM Pocket


MAIGRET E O CLIENTE DE SÁBADO (INÉDITO)

Georges Simenon

Tradução de Paulo Neves

Fora de catálogo

Certas imagens, sem razão, sem que queiramos, se agarram em nós, ficam de forma obstinada em nossa lembrança, embora mal tenhamos consciência de tê-las registrado e não correspondam a nada de importante. É assim que Maigret, anos mais tarde, poderia quem sabe reconstituir minuto por minuto, gesto por gesto, aquele fim de tarde sem história no Quai des Orfèvres.

 

Primeiro o relógio de pêndulo em mármore negro, com ornamentos de bronze, no qual seu olhar pousou quando ele marcava 18h18, o que significava que era um pouco depois das seis e meia. Em dez outras salas da Polícia Judiciária, tanto na do diretor quanto nas dos outros funcionários, havia relógios idênticos flanqueados de candelabros e, desde tempos, imemoriais, eles também atrasavam.

 

Jules Maigret é o mais famoso personagem do escritor belga Georges Simenon (1903-1989), um dos autores mais lidos e cultuados do século XX. Reservado, generoso, amante do cachimbo e de uma boa cerveja, o inspetor Maigret conquistou – em 75 romances e várias histórias curtas – legiões de admiradores em todo o mundo. Lançando mão de sua profunda compreensão da natureza humana como principal instrumento na solução de crimes, tornou-se um marco da literatura policial, ao lado dos mais célebres investigadores, como Auguste Dupin, Sherlock Holmes, Hercule Poirot e Philip Marlowe.

 

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Informações Gerais

  • Título:

    MAIGRET E O CLIENTE DE SÁBADO (INÉDITO)

  • Catálogo:
    Coleção L&PM Pocket
  • Gênero:
    Romance
  • Série:
    Simenon
  • Referência:
    1026
  • Cód.Barras:
    9788525425782
  • ISBN:
    978-85-254-2578-2
  • Páginas:
    160
  • Edição:
    março de 2012

Vida & Obra

Georges Simenon

Nas primeira horas da sexta-feira dia 13 de fevereiro de 1903, nasce em Liège, na Bélgica, Georges Joseph Christian Simenon, filho do contador Desiré Simenon e Henriette. Supersticiosos, os pais registram o primogênito como nascido às 23 horas e 30 minutos do dia 12. Em 1906, nasce Christian, único irmão de Georges, que desempenhará um papel crucial nas relações da família: torna-se o preferido de Henriette, que relegará Georges a um segundo plano.

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Certas imagens, sem razão, sem que queiramos, se agarram em nós, ficam de forma obstinada em nossa lembrança, embora mal tenhamos consciência de tê-las registrado e não correspondam a nada de importante. É assim que Maigret, anos mais tarde, poderia quem sabe reconstituir minuto por minuto, gesto por gesto, aquele fim de tarde sem história no Quai des Orfèvres.

 

Primeiro o relógio de pêndulo em mármore negro, com ornamentos de bronze, no qual seu olhar pousou quando ele marcava 18h18, o que significava que era um pouco depois das seis e meia. Em dez outras salas da Polícia Judiciária, tanto na do diretor quanto nas dos outros funcionários, havia relógios idênticos flanqueados de candelabros e, desde tempos, imemoriais, eles também atrasavam.

 

Jules Maigret é o mais famoso personagem do escritor belga Georges Simenon (1903-1989), um dos autores mais lidos e cultuados do século XX. Reservado, generoso, amante do cachimbo e de uma boa cerveja, o inspetor Maigret conquistou – em 75 romances e várias histórias curtas – legiões de admiradores em todo o mundo. Lançando mão de sua profunda compreensão da natureza humana como principal instrumento na solução de crimes, tornou-se um marco da literatura policial, ao lado dos mais célebres investigadores, como Auguste Dupin, Sherlock Holmes, Hercule Poirot e Philip Marlowe.

 

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