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SOB O SIGNO DE SATURNO - Susan Sontag

SOB O SIGNO DE SATURNO

Susan Sontag

Novelista, ensaísta, cineasta, militante de esquerda e feminista, Susan Sontag, foi uma das ensaístas americanas mais importantes do pós-guerra. Seus artigos combativos e bem informados, basicamente, comentários sobre a relação entre moral e estética, entre dignidade política e criação; artística – um tema que, para Sontag, resume a grande e definitiva questão da cultura moderna.

Em Sob o Signo de Saturno ela analisa, sob esse ângulo, as obras de Paul Goodman, Antonin Artaud, Leni Riefenstahl (a cineasta predileta de Adolf Hitler), Walter Benjamin, Roland Barthes e Elias Canetti – num estilo provocativo que quase sempre a leva a conclusões bastante corajosas.

Sontag iniciou a carreira literária – depois de anos como professora de filosofia – com a publicação da novela O Benfeitor (L&PM Editores), em 1963. Mas os livros que a consagraram foram as coletâneas de ensaios Contra a Interpretação (L&PM 1982), Styles of Radical Will, em 1969, e um Ensaio Sobre a Fotografia, de l977.

Além destas obras literárias, Susan Sontag também dirigiu três filmes: Duet for Canni Dals (1969), Brother Carl (1971) e Promisedianis (1974). Atingida por um câncer em 1975, foi desenganada pelos médicos mas conseguiu curar-se. A doença tornou-a "mais indulgente com o mundo" e rendeu-lhe um de seus livros mais tocantes, A Doença como Metáfora (1978).

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Informações Gerais

  • Título:

    SOB O SIGNO DE SATURNO

  • Catálogo:
    Outros Formatos
  • Gênero:
    Ensaios
  • Cód.Barras:
    9788525401090

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Novelista, ensaísta, cineasta, militante de esquerda e feminista, Susan Sontag, foi uma das ensaístas americanas mais importantes do pós-guerra. Seus artigos combativos e bem informados, basicamente, comentários sobre a relação entre moral e estética, entre dignidade política e criação; artística – um tema que, para Sontag, resume a grande e definitiva questão da cultura moderna.

Em Sob o Signo de Saturno ela analisa, sob esse ângulo, as obras de Paul Goodman, Antonin Artaud, Leni Riefenstahl (a cineasta predileta de Adolf Hitler), Walter Benjamin, Roland Barthes e Elias Canetti – num estilo provocativo que quase sempre a leva a conclusões bastante corajosas.

Sontag iniciou a carreira literária – depois de anos como professora de filosofia – com a publicação da novela O Benfeitor (L&PM Editores), em 1963. Mas os livros que a consagraram foram as coletâneas de ensaios Contra a Interpretação (L&PM 1982), Styles of Radical Will, em 1969, e um Ensaio Sobre a Fotografia, de l977.

Além destas obras literárias, Susan Sontag também dirigiu três filmes: Duet for Canni Dals (1969), Brother Carl (1971) e Promisedianis (1974). Atingida por um câncer em 1975, foi desenganada pelos médicos mas conseguiu curar-se. A doença tornou-a "mais indulgente com o mundo" e rendeu-lhe um de seus livros mais tocantes, A Doença como Metáfora (1978).

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