Outros Formatos


DECÁLOGO DO PERFEITO CONTISTA

DECÁLOGO DEL PERFECTO CUENTISTA

Horacio Quiroga
Organização de Sergio Faraco e Vera Moreira

R$34,00

Em 1927, quando pela primeira vez foi publicado o "Decálogo do perfeito contista", na revista Babel, de Buenos Aires, o uruguaio Horacio Quiroga (1878-1937) já havia talhado, a golpes certeiros e minuciosos, alguns de seus lapidares contos: "O travesseiro de plumas", de 1907, e "A galinha degolada", de 1925, entre eles. Era, portanto, quase entrado nos cinquenta anos e respeitado pelos seus pares rio-platenses e outros contemporâneos, como Borges, Juan José Morosoli, Leopoldo Lugones e Juan Carlos Onetti. Como não poderia deixar de ser, o Decálogo é, por um lado, a profissão de fé de um exímio contista, a partilha – generosa, diga-se – de um conhecimento forjado a duras penas, com o objetivo, talvez, de maneirar os excessos literários da juventude, mas, por outro lado, é também um documento literário de uma época e de um modo de se pensar a literatura. No quinto mandamento, lê-se: "Não começa a escrever sem saber, desde a primeira palavra, aonde vais"; no sétimo mandamento, “Não adjetiva sem necessidade, pois serão inúteis as rendas coloridas que venhas a pendurar num substantivo débil".

Visando abarcar ambos aspectos dos mandamentos do perfeito contista idealizados por Quiroga – o aspecto aplicável à literatura do próprio autor, bem como o aspecto historiográfico –, Sergio Faraco e Vera Moreira reuniram alguns escritores e intelectuais brasileiros para debater cada um dos preceitos. O resultado, mais do que um livro de crítica, é uma obra que apresenta o grande gênio narrativo de Horacio Quiroga em uma versão debatida e enriquecida para o século XXI.

Comentários de:

Aldyr Garcia Schlee
Charles Kiefer
Cíntia Moscovich
Deonísio da Silva
Fábio Lucas
Flávio Moreira da Costa
Hélio Pólvora
Jacob Klintowitz
Jaime Prado Gouvêa
José Castello
Luís Augusto Fischer
Luiz Antonio de Assis Brasil
Marcelo Backes
Miguel Sanches Neto
Moacyr Scliar
Nelson de Oliveira
Paulo Hecker Filho
Roberto Gomes
Silveira de Souza
Sonia Coutinho

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Informações Gerais

  • Título:

    DECÁLOGO DO PERFEITO CONTISTA

  • Título Original:
    DECÁLOGO DEL PERFECTO CUENTISTA
  • Catálogo:
    Outros Formatos
  • Gênero:
    Ensaios
  • Cód.Barras:
    9788525419088
  • ISBN:
    978.85.254.1908-8
  • Páginas:
    168
  • Edição:
    agosto de 2009

Vida & Obra

Horacio Quiroga

1878 – A 31 de dezembro, em Salto, no Uruguai, nasce Horacio Silvestre Quiroga Forteza, filho de Prudencio Quiroga e Juana Petrona Forteza.

1879/89 – Morre Prudencio Quiroga, vítima de um disparo acidental de sua própria arma (segundo alguns pesquisadores, o tiro não foi casual). Quiroga estuda em Salto, numa escola fundada por maçons.

1890/5 – Freqüenta o Instituto Po...

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Decálogo do perfeito contista", na revista Babel, de Buenos Aires, o uruguaio Horacio Quiroga (1878-1937) já havia talhado, a golpes certeiros e minuciosos, alguns de seus lapidares contos: "O travesseiro de plumas", de 1907, e "A galinha degolada", de 1925, entre eles. Era, portanto, quase entrado nos cinquenta anos e respeitado pelos seus pares rio-platenses e outros contemporâneos, como Borges, Juan José Morosoli, Leopoldo Lugones e Juan Carlos Onetti. Como não poderia deixar de ser, o Decálogo é, por um lado, a profissão de fé de um exímio contista, a partilha – generosa, diga-se – de um conhecimento forjado a duras penas, com o objetivo, talvez, de maneirar os excessos literários da juventude, mas, por outro lado, é também um documento literário de uma época e de um modo de se pensar a literatura. No quinto mandamento, lê-se: "Não começa a escrever sem saber, desde a primeira palavra, aonde vais"; no sétimo mandamento, “Não adjetiva sem necessidade, pois serão inúteis as rendas coloridas que venhas a pendurar num substantivo débil".

Visando abarcar ambos aspectos dos mandamentos do perfeito contista idealizados por Quiroga – o aspecto aplicável à literatura do próprio autor, bem como o aspecto historiográfico –, Sergio Faraco e Vera Moreira reuniram alguns escritores e intelectuais brasileiros para debater cada um dos preceitos. O resultado, mais do que um livro de crítica, é uma obra que apresenta o grande gênio narrativo de Horacio Quiroga em uma versão debatida e enriquecida para o século XXI.

Comentários de:

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Charles Kiefer
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Flávio Moreira da Costa
Hélio Pólvora
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José Castello
Luís Augusto Fischer
Luiz Antonio de Assis Brasil
Marcelo Backes
Miguel Sanches Neto
Moacyr Scliar
Nelson de Oliveira
Paulo Hecker Filho
Roberto Gomes
Silveira de Souza
Sonia Coutinho

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