Coleção L&PM E-books


VAN GOGH - David Haziot

VAN GOGH

VAN GOGH

David Haziot

Tradução de Paulo Neves

"Ainda não conheço melhor definição de 'arte' do que esta: A arte é o homem acrescentado à natureza – natureza, realidade, verdade das quais o artista faz sobressair o sentido, o caráter, que ele exprime, resgata, separa, libera, ilumina." (Van Gogh)

Vincent Van Gogh (1853–1890), em apenas onze anos de trabalho, abriu as portas para a pintura moderna. Antes mesmo de aprender a desenhar, em longas caminhadas, gostava de observar o fim do dia, o pôr do sol em uma profusão de dourados, amarelos e alaranjados. É por meio da correspondência com seu irmão, Théo, que se tem a maior parte das informações a seu respeito: o fervor religioso, o duro aprendizado e, finalmente, a libertação da maneira de pintar como ninguém antes dele. A morte precoce aos 37 anos deixou muitos questionamentos e apenas uma certeza: sua genialidade.

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Informações Gerais

  • Título:

    VAN GOGH

  • Título Original:
    VAN GOGH
  • Catálogo:
    Coleção L&PM E-books
  • Gênero:
    Biografias
  • eISBN:
    978.85.254.2644-4
  • Edição:
    junho de 2012

Vida & Obra

David Haziot

David Haziot é filósofo de formação e escritor. Publicou em 2000 o romance, Le Vin de la Liberte (Robert Laffont, prêmio do romance histórico e prêmio da Academia do vinho de Bordeaux), o romance-conto, em 2002, sobre o fim do matriarcado no neolítico, Elles. Também é autor de L'Or du temps, um romance-quadrinhos poético, de três volumes, inspirado no mito de Orfeu, com o desenhista François Baranger.

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"Ainda não conheço melhor definição de 'arte' do que esta: A arte é o homem acrescentado à natureza – natureza, realidade, verdade das quais o artista faz sobressair o sentido, o caráter, que ele exprime, resgata, separa, libera, ilumina." (Van Gogh)

Vincent Van Gogh (1853–1890), em apenas onze anos de trabalho, abriu as portas para a pintura moderna. Antes mesmo de aprender a desenhar, em longas caminhadas, gostava de observar o fim do dia, o pôr do sol em uma profusão de dourados, amarelos e alaranjados. É por meio da correspondência com seu irmão, Théo, que se tem a maior parte das informações a seu respeito: o fervor religioso, o duro aprendizado e, finalmente, a libertação da maneira de pintar como ninguém antes dele. A morte precoce aos 37 anos deixou muitos questionamentos e apenas uma certeza: sua genialidade.

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