Outros Formatos


O LIVRO DA SELVA

THE BOOK OF THE JUNGLE

Rudyard Kipling

Tradução de Vera Karam

Bem mais que um clássico infantojuvenil

Selvas, planícies, mares – são alguns dos cenários dos sete contos que formam este volume. Mas não é à toa que chama-se Livro da selva – pois “selvagem” é o adjetivo que dá o tom de todos os textos, que retratam a vida livre e indômita de personagens que vão de meninos criados por lobos a outros animais, em oposição à civilização humana.

Embora Rudyard Kipling (1865-1936) nunca tenha estado nas selvas indianas, suas narrativas e descrições são vívidas e deliciosas, e os confrontos e diálogos retratados fazem destas histórias aventuras perfeitas. Se por um lado a trajetória de Mogli – o menino lobo que é a maior criação do autor – tem um aspecto edificante (pois ele cresce e se depara com o dilema de ter de abandonar a vida selvagem para se juntar à civilização dos homens, inimigos dos animais), por outro lado, Kipling mostrou uma sensibilidade à frente do seu tempo ao comparar a infância com a vida selvagem, numa época em que a psicologia infantil ainda era incipiente.

Histórias do Livro da selva foram inúmeras vezes adaptadas para quadrinhos, teatro e cinema, mas a mais célebre de todas as versões foi Mogli, o menino lobo, dos estúdios Disney. O longa de 1967 – última produção a ser supervisionada pessoalmente por Walt Disney, antes de sua morte – foi lançado com imenso sucesso de público e conquista espectadores até hoje.

Mas engana-se redondamente quem pensa que este é um “livro para a juventude”: nada poderia ser mais redutor. Se estamos diante de um livro de aventura para crianças, é para a criança que vive dentro de cada leitor.

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Informações Gerais

  • Título:

    O LIVRO DA SELVA

  • Título Original:
    THE BOOK OF THE JUNGLE
  • Catálogo:
    Outros Formatos
    Coleção L&PM Infantojuvenil
  • Gênero:
    Literatura clássica internacional
  • Cód.Barras:
    9788525433985
  • ISBN:
    978.85.254.3398-5
  • Páginas:
    238

Vida & Obra

Rudyard Kipling

Rudyard Kipling (1865-1936) foi um dos maiores escritores ingleses e um dos poetas mais populares na Inglaterra.
Nascido na Índia, em Bombaim, nos áureos tempos do Império Britânico. Começou sua atividade como jornalista na Índia, em Bombaim, onde nasceu, filho de respeitáveis ingleses em missão colonial.
É considerado o grande porta-voz do Império Britânico e sua obra além de retratar os pontos mais remotos do grande império, quase sempre enaltece a presença civilizador...

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Selvas, planícies, mares – são alguns dos cenários dos sete contos que formam este volume. Mas não é à toa que chama-se Livro da selva – pois “selvagem” é o adjetivo que dá o tom de todos os textos, que retratam a vida livre e indômita de personagens que vão de meninos criados por lobos a outros animais, em oposição à civilização humana.

Embora Rudyard Kipling (1865-1936) nunca tenha estado nas selvas indianas, suas narrativas e descrições são vívidas e deliciosas, e os confrontos e diálogos retratados fazem destas histórias aventuras perfeitas. Se por um lado a trajetória de Mogli – o menino lobo que é a maior criação do autor – tem um aspecto edificante (pois ele cresce e se depara com o dilema de ter de abandonar a vida selvagem para se juntar à civilização dos homens, inimigos dos animais), por outro lado, Kipling mostrou uma sensibilidade à frente do seu tempo ao comparar a infância com a vida selvagem, numa época em que a psicologia infantil ainda era incipiente.

Histórias do Livro da selva foram inúmeras vezes adaptadas para quadrinhos, teatro e cinema, mas a mais célebre de todas as versões foi Mogli, o menino lobo, dos estúdios Disney. O longa de 1967 – última produção a ser supervisionada pessoalmente por Walt Disney, antes de sua morte – foi lançado com imenso sucesso de público e conquista espectadores até hoje.

Mas engana-se redondamente quem pensa que este é um “livro para a juventude”: nada poderia ser mais redutor. Se estamos diante de um livro de aventura para crianças, é para a criança que vive dentro de cada leitor.

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