Outros Formatos


DOLCE AGONIA

DOLCE AGONIA

Nancy Huston

Tradução de Cássia Zanon

Fora de catálogo

Muito se fala na semelhança entre a figura do romancista e de Deus, ambos criadores de universos, ambos cientes do destino que espera suas criaturas. Nancy Huston leva essa idéia às últimas conseqüências em Dolce agonia, romance no qual repete o virtuosismo narrativo de Marcas de nascença.

Em uma cidade universitária da Nova Inglaterra, Sean Farrell, um poeta alcoólatra de meia-idade, de temperamento tão difícil quanto cativante, convida os amigos mais próximos para um jantar no dia de Ação de Graças. A iniciativa não lhe é característica, mas ele tem um motivo especial. Os eleitos a participarem dessa inusitada versão da Santa Ceia são colegas acadêmicos e escritores, ex-amantes, maridos e esposas, quase todos na meia-idade ou além, e um bebê, que inspira a todos um sopro de vida.

Em meio ao branco da gelada paisagem invernal, isolados do mundo, eles comem, bebem, riem e discutem, trocam calor humano, relembram episódios pungentes e maravilhosos de suas vidas e de suas amizades. Enquanto isso, a magistral arte narrativa de Nancy Huston nos permite um vislumbre dos sentimentos e da memória de cada um dos doze comensais: sua raiva, sua angústia, seus mais inconfessáveis medos, segredos e verdades.

Aguçando a curiosidade do leitor a cada linha, Nancy Huston aborda, de forma novíssima e revigorante, temas como a doença, a morte, a decrepitude, a fugacidade da vida, e faz uma verdadeira celebração a tudo que redime o comezinho da existência humana: o amor, a amizade, a compaixão e a alegria de se estar vivo.

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Informações Gerais

  • Título:

    DOLCE AGONIA

  • Título Original:
    DOLCE AGONIA
  • Catálogo:
    Outros Formatos
  • Gênero:
    Romance
  • Cód.Barras:
    9788525418173
  • ISBN:
    978.85.254.1817-3
  • Páginas:
    240
  • Edição:
    outubro de 2008

Vida & Obra

Nancy Huston

Nancy Huston nasceu em 1953 em Calgary, Canadá. Filha de um casal de pesquisadores universitários, aos seis anos foi abandonada pela mãe, experiência que deixou marcas profundas na sua vida, e, inclusive, a fez optar pela literatura. Aos quinze anos se estabeleceu nos Estados Unidos com o pai. Em 1973, feminista, chegou a Paris e se engajou nos grupos pós-68, aderindo a seus ideais marxistas. Estreou na literatura em 1979, com um livro de ensaios. Em 1981, publicou seu primeiro ...

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Em uma cidade universitária da Nova Inglaterra, Sean Farrell, um poeta alcoólatra de meia-idade, de temperamento tão difícil quanto cativante, convida os amigos mais próximos para um jantar no dia de Ação de Graças. A iniciativa não lhe é característica, mas ele tem um motivo especial. Os eleitos a participarem dessa inusitada versão da Santa Ceia são colegas acadêmicos e escritores, ex-amantes, maridos e esposas, quase todos na meia-idade ou além, e um bebê, que inspira a todos um sopro de vida.

Em meio ao branco da gelada paisagem invernal, isolados do mundo, eles comem, bebem, riem e discutem, trocam calor humano, relembram episódios pungentes e maravilhosos de suas vidas e de suas amizades. Enquanto isso, a magistral arte narrativa de Nancy Huston nos permite um vislumbre dos sentimentos e da memória de cada um dos doze comensais: sua raiva, sua angústia, seus mais inconfessáveis medos, segredos e verdades.

Aguçando a curiosidade do leitor a cada linha, Nancy Huston aborda, de forma novíssima e revigorante, temas como a doença, a morte, a decrepitude, a fugacidade da vida, e faz uma verdadeira celebração a tudo que redime o comezinho da existência humana: o amor, a amizade, a compaixão e a alegria de se estar vivo.

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