Outros Formatos


MAIS DEZ (QUASE) AMORES

R$ 59,90

“O segredo da juventude é esconder que você está tomando medidas extremas 

para continuar aparentando alguma juventude.”

 

“Faz quase uma hora que passou a minha vez de ser atendida, mas a gente sabe que funciona assim nos consultórios. Se você não chega a tempo, perde a consulta. Se o médico atrasa, você espera. E espera. E espera. Ainda mais no dermato. São muitas as pessoas atrás de procedimentos hoje em dia. Se fosse mais acessível, esta sala estaria mais lotada que emergência de hospital. Não que não seja uma emergência. Se eu ficar mais um dia com essas rugas que apareceram do nada na minha cara, vou precisar de um cardiologista. Meu coração não aguenta ver o que os anos fizeram comigo. A sorte é que comecei a não enxergar muito bem de perto, assim a minha imagem no espelho não fica tão nítida a cada manhã. Sábia natureza.”


 

Em vinte anos, você acredita que sua vida terá dado uma guinada. Em vinte anos, você espera estar mais madura, com a carreira mais sedimentada e com o amor que sempre sonhou: dinâmico (mas estável) e louco (mas seguro).

Vinte anos parecem tempo suficiente para nossas contradições evoluírem para algo mais parecido com sabedoria. 

Só que para Maria Ana, uma colecionadora de frustrações amorosas, vinte anos não fizeram tanta diferença. Antes uma balzaca, agora uma ­pré-cinquentona, continua expert em cruzar com os tipos mais esquisitos e, mesmo reconhecendo que ela é areia demais para o caminhão deles, ainda se mete em furadas que todas as mulheres são alertadas a evitar. Mas alguém consegue? #somostodasmariaana

Quem mudou nesses vinte anos foi Claudia Tajes. Se em Dez (quase) amores já nos fazia rir com as trapalhadas da sua personagem, agora ela tripudia: é uma gargalhada seguida de outra. Cada vez mais inspirada e com a mão firme para a comédia de costumes, Claudia nos conduz para o maravilhoso mundo da bizarrice romântica e faz do “não dar certo” seu grande acerto literário. 

Tanto no primeiro livro como nessa continuação, Maria Ana deseja o mesmo que os oito bilhões de ­habitantes do planeta: que alguém perceba sua presença por mais de dois minutos e, se não for pedir demais, que se apaixone por ela. Eu me apaixonei. Não que eu faça o tipo de Maria Ana, mas quem resiste ao encanto dos personagens de Claudia? Se a saga continuar, profetizo que Maria Ana, daqui a outros dez, então sessentona, ainda estará em busca da realização que julga merecer. A Claudia? Não precisará esperar isso tudo: já mostrou a que veio.

 

Martha Medeiros

 

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Informações Gerais

  • Título:

    MAIS DEZ (QUASE) AMORES

  • Catálogo:
    Outros Formatos
  • Gênero:
    Ficção brasileira
  • Cód.Barras:
    9786556667188
  • ISBN:
    9786556667188
  • Formato:
    14x21
  • Páginas:
    136
  • Medidas:
    14 X 21 cm
  • Edição:
    setembro de 2026

Vida & Obra

Claudia Tajes

Claudia Tajes nasceu em Porto Alegre em 1963. Redatora publicitária, estreou na literatura com Dez (Quase) Amores (L&PM Editores, 2000). Seguiram-se As Pernas de Úrsula & Outras Possibilidades (L&PM Editores, 2001) e o romance Dores, Amores & Assemelhados (L&PM Editores, 2002), A vida sexual da mulher feia (2005), Louca por homem (L&PM 2011), Vida dura (L&PM POCKET, 2008) e Só as mulheres e a...

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“Faz quase uma hora que passou a minha vez de ser atendida, mas a gente sabe que funciona assim nos consultórios. Se você não chega a tempo, perde a consulta. Se o médico atrasa, você espera. E espera. E espera. Ainda mais no dermato. São muitas as pessoas atrás de procedimentos hoje em dia. Se fosse mais acessível, esta sala estaria mais lotada que emergência de hospital. Não que não seja uma emergência. Se eu ficar mais um dia com essas rugas que apareceram do nada na minha cara, vou precisar de um cardiologista. Meu coração não aguenta ver o que os anos fizeram comigo. A sorte é que comecei a não enxergar muito bem de perto, assim a minha imagem no espelho não fica tão nítida a cada manhã. Sábia natureza.”


 

Em vinte anos, você acredita que sua vida terá dado uma guinada. Em vinte anos, você espera estar mais madura, com a carreira mais sedimentada e com o amor que sempre sonhou: dinâmico (mas estável) e louco (mas seguro).

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Só que para Maria Ana, uma colecionadora de frustrações amorosas, vinte anos não fizeram tanta diferença. Antes uma balzaca, agora uma ­pré-cinquentona, continua expert em cruzar com os tipos mais esquisitos e, mesmo reconhecendo que ela é areia demais para o caminhão deles, ainda se mete em furadas que todas as mulheres são alertadas a evitar. Mas alguém consegue? #somostodasmariaana

Quem mudou nesses vinte anos foi Claudia Tajes. Se em Dez (quase) amores já nos fazia rir com as trapalhadas da sua personagem, agora ela tripudia: é uma gargalhada seguida de outra. Cada vez mais inspirada e com a mão firme para a comédia de costumes, Claudia nos conduz para o maravilhoso mundo da bizarrice romântica e faz do “não dar certo” seu grande acerto literário. 

Tanto no primeiro livro como nessa continuação, Maria Ana deseja o mesmo que os oito bilhões de ­habitantes do planeta: que alguém perceba sua presença por mais de dois minutos e, se não for pedir demais, que se apaixone por ela. Eu me apaixonei. Não que eu faça o tipo de Maria Ana, mas quem resiste ao encanto dos personagens de Claudia? Se a saga continuar, profetizo que Maria Ana, daqui a outros dez, então sessentona, ainda estará em busca da realização que julga merecer. A Claudia? Não precisará esperar isso tudo: já mostrou a que veio.

 

Martha Medeiros

 

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