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11/02/2008

Texto de Martha Medeiros para o teatro estréia no Rio de Janeiro amanhã

Por L&PM Editores

O universo feminino é o tema do espetáculo De mim que tanto falam, que estréia no próximo dia 12 de fevereiro no Teatro Municipal do Jockey. Baseada em textos da consagrada escritora Martha Medeiros, a peça traz ao palco as atrizes Cristina Mayrink e Daniela Olivert, que personificam as várias facetas de uma mulher. Com direção de Paula Sandroni, o projeto tem supervisão geral de João Fonseca e foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz/2007. No teatro, Martha Medeiros é autora de Divã, sucesso de público e crítica, estrelado pela atriz Lilia Cabral.

Leitora de Martha Medeiros desde 2002, Cristina Mayrink se encantou com os textos da escritora e resolveu montar o espetáculo. Idealizadora do projeto, Cristina poderia levar ao palco um monólogo, mas achou mais divertido convidar outra atriz para contracenar com ela. A escolhida foi Daniela Olivert, com quem está acostumada a trabalhar já que as duas fazem parte do grupo Os Fodidos Privilegiados há mais de 10 anos. “As personagens se criticam, entram nos papéis umas das outras, filosofam, comentam seus sucessos e fracassos, desejos, sonhos e escolhas, encontros e desencontros com humor, irreverência e lirismo. Elas se reinventam e nos fazem enxergar que nada está fechado e imóvel e que, portanto, as alternativas e possibilidades femininas são infinitas”, comenta Cristina. “Mas não é só um papo de mulher. É um ótimo programa para os homens que querem conhecer melhor a mulher”, completa Daniela.

Também dos Fodidos Privilegiados veio praticamente toda a ficha técnica do espetáculo. A direção é de Paula Sandroni, a única fundadora que ainda continua no grupo, e a supervisão geral é de João Fonseca, diretor responsável pela companhia desde que Antonio Abujamra se afastou. “É como trabalhar em família”, conta João, que se confessa encantado com o texto de Martha Medeiros. “Ela consegue mergulhar nesse universo feminino com um frescor que não encontramos em outros textos. Martha fala das questões femininas do dia-a-dia da nova mulher com um diferencial que é uma abordagem poética, lírica, que sensibiliza a todos e dá profundidade ao texto com leveza. O público ri, mas ao mesmo tempo se emociona. E sai se perguntando: será que eu sou assim? Gosto quando o público vai ao teatro e sente que aquilo que acabou de ver pode mudar a sua vida. Dá uma sensação de movimento muito interessante”.

Sobre a autora:

Martha Medeiros é uma das mais bem sucedidas escritoras contemporâneas. Festejada pela crítica e por intelectuais de épocas diversas é considerada um dos expoentes da geração de poetas revelados no final da década de 80. Seu talento foi reconhecido por nomes como Millôr Fernandes, Luis Fernando Verissimo e Lya Luft. Desde 1994 é colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre e também assina coluna na revista Outra coisa, do cantor e compositor Lobão. Tornou-se ainda autora on-line: o portal Terra a convidou para uma coluna semanal no site Almas Gêmeas. Seus textos já foram publicados por revistas de circulação nacional como Época, Marie Claire e Cláudia. Martha é atualmente colunista permanente da Revista O Globo e tem vários livros publicados, sendo que o seu maior sucesso literário é o livro de crônicas Trem-bala, que foi adaptado com êxito para o teatro. Entre outros livros estão Topless, Poesia reunida, Cartas extraviadas e outros poemas e Montanha-russa (3º lugar Prêmio Jabuti 2004 – melhor livro de crônicas), editados pela L&PM Editores, e o romance Divã, lançado pela editora Objetiva e também adaptado para o teatro com grande sucesso. Os livros mais recentes são o de crônicas Coisas da vida, pela editora L&PM, e os de ficção Selma e Sinatra e cartas Tudo que eu queria te dizer pela Objetiva.

Sobre a diretora:

Paula Sandroni é atriz e diretora com mestrado em Artes Cênicas pela Universidade do Rio de Janeiro – UNIRIO, tendo concluído sob a orientação de Tânia Brandão a dissertação: Primeiras Provocações: Antônio Abujamra e o Grupo Decisão. Foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Direção de 2004 por Édipo Unplugged, baseado em Édipo Rei, de Sófocles, co-direção de João Fonseca. Trabalhou como diretora assistente de Charles Möeller e Cláudio Botelho em vários espetáculos, entre eles Ópera do Malandro, Cristal Bacharach, Um dia de sol em Shangrilá, Sete, o musical e Beatles num céu de diamantes; com Antônio Abujamra em As Bruxas de Salém e Miguelangelo, entre outros, e com Dudu Sandroni em Rasga coração.

Ficha técnica:

Textos: Martha Medeiros
Supervisão geral: João Fonseca
Direção: Paula Sandroni
Roteiro: Cristina Mayrink
Cenário: Nello Marrese
Iluminação: Daniela Sanchez
Figurino: Desirée Bastos
Trilha sonora: Paula Sandroni
Preparação vocal: Marília Costa
Programação visual: Luiz Adrien
Assessoria de imprensa: Ana Gaio
Fotografia: Márcia Monjardim
Consultoria de projeto: Filomena Mancuzo
Consultoria jurídica: Luiz Hidalgo Barros
Produção executiva: Marcos Correa
Direção de produção: Cristina Mayrink

Serviço:

ESTRÉIA: 12 DE FEVEREIRO
Local: Teatro Municipal do Jockey / Centro de Referência do Teatro Infantil
Entrada para o estacionamento:
R. Mário Ribeiro, 410 – Gávea
Tel. (21) 2540-9853
Horário: terças e quartas, às 21h
Preço: R$ 20,00
Duração: 50 min
Lotação: 125 lugares
Classificação etária: 12 anos
Temporada: até 26 de março

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