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CRÍTICA ECOLÓGICA DO PENSAMENTO ECONÔMICO

José Lutzenberger

Outros Formatos
Formato 14x21
184 páginas
ISBN 978-85-254-2731-1

R$35,00



GAIA: O PLANETA VIVO

José Lutzenberger

Outros Formatos
112 páginas
ISBN 978.85.254.0275-2

R$26,00



MANUAL DE ECOLOGIA – DO JARDIM AO PODER

José Lutzenberger

Coleção L&PM Pocket
Ref. 362
120 páginas
ISBN 978.85.254.1322-2

R$19,90



MANUAL DE ECOLOGIA: DO JARDIM AO PODER

José Lutzenberger

Outros Formatos
192 páginas
ISBN 978.85.254.2733-5

R$38,00



MANUAL DE ECOLOGIA: DO JARDIM AO PODER - VOL. 2

José Lutzenberger

Coleção L&PM Pocket
Ref. 1072
160 páginas
ISBN 978-85-254-2728-1

R$19,90

José Lutzenberger

José Antônio Lutzenberger foi um importante ecologista e agrônomo brasileiro. Nascido em 17 de dezembro de 1926, foi dele a autoria de "O manifesto ecológico brasileiro". Formado em Agronomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Lutzenberger trabalhou durante muito tempo para empresas que produzem adubos químicos, no Brasil e no exterior. Em 1971, depois de treze anos como executivo da Basf, abandonou a carreira para denunciar o uso indiscriminado de agrotóxicos nas lavouras do Rio Grande do Sul.

A partir de então se dedicou à natureza e defendeu o desenvolvimento sustentável na agricultura e no uso dos recursos não renováveis, alertando para os perigos do modelo de globalização em vigor.

Participou da fundação da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) – uma das entidades ambientalistas mais antigas do país – e criou a Fundação Gaia, que atua na área da educação ambiental e na promoção de tecnologias socialmente compatíveis. Na sua gestão, a Agapan notabilizou-se por muitas atividades, entre as quais se destacam: a luta contra a poda incorreta das árvores das ruas de Porto Alegre, contra os agrotóxicos, contra o desmatamento e contra a extinção da fauna; a colaboração na criação de reservas naturais em vários locais do Estado; a investigação do acidente ecológico de Hermenegildo (conhecido também por maré vermelha); a luta contra a poluição causada pela Borregaard, indústria de celulose norueguesa, que resultou na venda da fábrica para o controle nacional com o nome de Riocell.

Lutz, como era conhecido, escreveu diversos livros, entre os quais Gaia – o planeta vivo (1990) e Do jardim ao poder (1992), ambos publicados pela L&PM. Coordenou também os estudos ecológicos do Plano Diretor do Delta do Jacuí (RS), entre outras atividades.

Em março de 1990, foi nomeado secretário-especial do Meio Ambiente da Presidência da República, em Brasília, durante o governo de Fernando Collor de Mello, onde permaneceu até 1992. Nesse período, teve papel decisivo na demarcação das terras indígenas, em especial a dos índios Yanomami, em Roraima, na decisão do Brasil de abandonar a bomba atômica, na assinatura do Tratado da Antártida, na Convenção das Baleias e na participação das conferências preparatórias da Conferência Mundial do Ambiente, a Rio-92.

Este renomado protetor da natureza ganhou mais de 40 prêmios, 25 distinções e inúmeras homenagens. Destacam-se o Prêmio Nobel Alternativo de 1988 em Estocolmo e o Premio Nacional da Ecologia do Bundes Naturaschutz Deutschland.

Faleceu em 14 de maio de 2002, em sua cidade natal, Porto Alegre, vítima de parada cardíaca. O seu corpo foi enterrado dentro um bosque no Rincão Gaia, no interior do Rio Grande do Sul, conforme desejo expresso em vida.

(Fonte: Wikipédia)

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