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O FATOR HUMANO

Graham Greene
Tradução de A. B. Pinheiro de Lemos

Coleção L&PM Pocket
Ref. 526
320 páginas
ISBN 978.85.254.1554-7

R$26,90



TERCEIRO HOMEM, O

Graham Greene
Tradução de Antônio Celso Nogueira

Coleção L&PM Pocket
Ref. 590
128 páginas
ISBN 978.85.254.1607-0

R$16,90



NOSSO HOMEM EM HAVANA

Graham Greene
Tradução de André de Godoy Vieira

Coleção L&PM Pocket
Ref. 649
224 páginas
ISBN 978.85.254.1704-6

Fora de catálogo

Graham Greene

Graham Greene nasceu no vilarejo de Berkhamsted, em Hertfordshire, ao norte de Londres, em 2 de outubro de 1904, o quarto de seis filhos. Seus pais, Charles Henry Greene e Marion Raymond, eram primos de primeiro grau e membros de uma grande e influente família da burguesia. Foi educado primeiramente na Grammar School de Berkhamsted, que era dirigida por seu pai. Infeliz com o internato, fez várias tentativas de suicídio, incluindo o jogo de roleta-russa, segundo o próprio Greene. Em 1921, aos dezessete anos, fez um tratamento de psicoterapia em Londres, que durou sete meses, depois do qual passou a freqüentar a escola durante o dia, ao mesmo tempo em que morava com a sua família. Depois, cursou o Balliol College, de Oxford. Em 1926 tornou-se editor assistente do The Times e conheceu a católica (por conversão) Vivien Dayrell-Browning. Converteu-se também ele, ainda nesse ano, e o catolicismo viria a desempenhar um papel determinante na sua obra. Casaram-se um ano depois e tiveram dois filhos.


Greene publicou seu primeiro romance, The man within, em 1929, e o livro teve uma recepção boa o bastante para convencê-lo a abandonar o jornalismo como atividade principal para dedicar-se à literatura. A seguir publicou The Name of Action (1930) e Rumour at Nightfall (1932), que não tiveram sucesso e que ele nunca mais deixou que fossem reeditados. A fama como escritor veio em 1932, com a publicação de Stamboul Train, que Greene chamou de “divertimento” (nessa classificação incluiria seus romances de suspense e mistério, embora tivessem sempre um viés filosófico), em oposição a outros romances seus, que ele chamava de “sérios”. A renda como romancista Greene complementava com pequenos trabalhos jornalísticos. Em 1934, publicou o romance It’s a battlefield, em 1935, England made me e viajou pela Libériae na volta foi contratado como crítico de cinema para o Spectator, função que desempenhou até 1939. Em 1936, publicou o romance A Gun for sale e o livro de viagem sobre a África, Journey without maps. Em 1938, ano da publicação de Brighton Rock, visitou o México, para relatar as perseguições religiosas que lá ocorriam. Como resultado, escreveu The Lawless Road (1939) e o célebre romance O poder e a glória (1940), considerado por muitos seu trabalho mais profundo e que seria condenado pelo Vaticano em 1953. Em 1939, publicou também The Confidential Agent. Em 1940, tornou-se editor literário do Spectator. No ano seguinte ele começou a trabalhar no Ministério das Relações Exteriores, mais especificamente no departamento de inteligência M16, tendo sido recrutado pelo célebre agente duplo Kim Philby. Foi mandado para Sierra Leoa, onde permaneceu, de 1941 a 1943 (quando publicou o romance The Ministry of Fear). Esta estada gerou, mais tarde, o romance The Heart of the Matter (1948), passado no oeste da África. Seguiram-se ainda os romances The Third Man (1950, escrito como um argumento para o cinema), The End of the Affair (1951), The Quiet American (1955) Loser Takes All (1955), Our Man in Havana (1958), A Burnt-Out Case (1960), The Comedians (1965), Travels with May Aunt (1969), The Honorary Consul (1973), The Human Factor (1978), Doctor Fischer of Geneva or The Bomb Party (1980), Monsignor Quixote (1982), The Tenth Man (1985) e The Captain and the Enemy (1988).


No decorrer de sua carreira, a distinção entre romances de entretenimento e romances “sérios” atenuou-se, de modo que suas últimas obras, como The Human Factor, The Comedians, Our man in Havana e The Quiet American são uma mescla dos dois estilos. Também nestes últimos livros, o papel do catolicismo decresceu, em relação à importância dada à temática religiosa em seus primeiros livros. Toda sua obra, porém, é permeada por personagens atormentados por crises morais e existenciais, presos em meio ao pecado e numa realidade que desafia a colocação em prática do ideal religioso. Nas palavras do romancista William Golding, Greene foi “o derradeiro cronista da consciência e da ansiedade do homem do século XX”. Sua orientação política tendeu sempre à esquerda, e no final da vida Greene criticava ferrenhamente o imperialismo norte-americano, além de apoiar Fidel Castro, que ele conhecera pessoalmente. Em 1966, mudou-se para a cidade de Antibes, na França, e seus últimos anos foram passados em Vevey, na Suíça. Morreu em abril de 1991. Graham Greene escreveu também vários livros de contos, In search of a character (1961), um relato de viagem na África, oito peças teatrais, quatro livros autobiográficos – A Sort of Life (1971), Ways of Escape (1980)e A World of My Own (1992, publicado postumamente) e Getting to know the general (1984) – e quatro livros infantis, além de inúmeros ensaios, críticas literárias e de cinema. Muitos de seus romances e contos foram adaptados para o cinema e para a televisão.

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